CONHECENDO A GRAÇA DO PAI

Publicado: 27/02/2013 por Rubem Cruz em Vida Devocional
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Bom dia galera!
Deixarei vocês com minha esposa linda, leia esse texto que na verdade é uma pregaçao e seja grandemente abençoado.
Lucas: 15. 11. Disse-lhe mais: Certo homem tinha dois filhos. 12. O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres. 13. Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. 14. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades. 15. Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. 16. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada. 17. Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! 18. Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; 19. já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados. 20. Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. 21. Disse-lhe o filho: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 22. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés; 23. trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos, 24. porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se. 25. Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças; 26. e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. 27. Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. 28. Mas ele se indignou e não queria entrar. Saiu então o pai e instava com ele. 29. Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos; 30. vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. 31. Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; 32. era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.
Nessa parábola do filho pródigo Jesus nos ensina vários princípios, na maioria das vezes que lemos essa parte da palavra de Deus damos atenção ao filho mais novo, observamos o que a bíblia diz sobre ele, sobre sua saída de casa e sua volta, mas quero ressaltar com você o comportamento do filho mais velho. Jesus nunca contava uma história sem um objetivo, e com essa parábola não é diferente, o filho mais velho é o retrato claro de alguém que não conhece o caráter gracioso do Pai, e por isso não desfrutava da graça, o que acabou gerando nele alguns comportamentos e atitudes que nunca deveriam fazer parte dos filhos de Deus. A primeira coisa que podemos observar é que em momento algum esse filho sai de casa de seu pai.

1- Mesmo estando na casa do Pai, o filho não tinha intimida com Ele. – (v.28) Em momento algum o filho mais velho se refere ao pai como pai. Mesmo em casa ele se perde naquilo que ele realmente nasceu para fazer, se relacionar intimamente com o pai. Como é fácil isso acontecer conosco, estar na casa do Pai não nos garante intimidade com ele, e não garante que vamos conhecê-lo e conhecer seu caráter. O que aconteceu com o filho mais velho é um tipo de comportamento que muitas vezes persegue os filhos de Deus, apenas estar na casa do Pai não garante nada a nós, o filho mais velho cometeu um erro que custou muito caro a ele – Ele confundiu sua função com sua identidade (v.29), sua função é de servo, sua identidade é de filho. O texto mostra que ele fazia as coisas como obrigação e não porque o seu coração estava naquilo, ele acredita que é por fazer as coisas que vai merecer algo do pai. Quando isso acontece nos tornamos amargos e perdemos a oportunidade de conhecer e experimentar a graça de Deus, apresentamos os mesmos sintomas desse filho, que nunca saiu de casa, esteve perto do pai em todo tempo, mas nunca o conheceu de verdade.
2- Outra característica apresentada por ele e a intolerância: Se observarmos seu comportamento, quando ele escuta a musica em casa ele nem quer entrar, pede para que um empregado diga o que está acontecendo, e quando descobre fica indignado – quem não experimenta a graça do pai prefere ficar sozinho do lado de fora ao entrar na festa com sua família. O filho mais velho cometia erros porque era humano, mas sua postura ao se indignar com a atitude do pai mostra que ele se achava melhor que o irmão. Quem não conhece a graça de Deus olha o erro dos outros e não olha o seu, é alguém que coloca pesos e medidas diferentes quando o assunto é pecado, é alguém que acha que prostituição é pecado, mas mentir pedindo alguém para dizer que não está em casa porque não quer atender ao telefone não é. A intolerância nada mais é do que a falta de graça. Precisamos entender que nós somos os representantes do Reino de Deus na terra, e nós é que vamos receber as pessoas que estão lutando contra pecados como prostituição, homossexualidade, adultério, se hoje os tempos estão difíceis, pode ser preparar irmão porque vai ficar pior e se nós não formos cheios da graça de Deus vamos fracassar.
3 – Outra característica apresentada pelo filho mais velho e que é típico de alguém que não experimenta a graça de Deus em sua vida é não se sentir parte da família, (ele não chama o pai de pai e nem o irmão de irmão em nenhum momento) Ele mostra que se sente sozinho mesmo na casa do pai. O filho mais velho sempre luta para merecer o seu lugar e não entende que não há nada que ele faça, porque o que o faz fazer parte da família é a graça de Deus, é a identidade que lhe foi dada por Deus, que nunca poderá ser mudada.
Layla Cruz

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