Deserto, estação das flores

Publicado: 01/12/2015 por tvieira21 em Vida Devocional

Deserto é um lugar árido, desabitado e de grande extensão. Qual é o seu deserto? Emocional, espiritual, familiar, profissional, financeiro, saúde, crise existencial, pecado, resposta. Deserto é lugar do “chacoalhar” de Deus. Lugar de despertar, sentir o amor do Pai, florescer e viver os projetos divinos. Deserto é a estufa de Deus. Você é a flor que Deus quer colher no deserto.

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Deserto é lugar da troca, deixo a murmuração e começo a adorar ao Senhor em espírito e em verdade. Lugar de engrandecer o nome do Senhor. Deserto, escola de adoração. Aprendo a orar com paixão, fervor, entrega e liberdade. Deserto, lugar de se render e aguçar os dons espirituais. Deserto, escola de intercessão.

Cuidado com as miragens, Jesus é o único manancial de águas vivas. Você será regado. Durante o dia é muito quente, se lance no Rio do Senhor. Durante a noite é muito frio, sinta o fogo do Senhor. Deus te leva ao deserto com objetivo de acender/reacender a chama no seu coração. Deserto, lugar de conhecer a dependência de Deus.

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A voz de Deus é a luz que vai te iluminar e guiar no meio do deserto. Deserto é lugar de encontrar a bússola da sua vida, deserto é lugar de direcionamento. É no deserto que eu busco conhecer quem é Jesus,  sou selado pela paternidade de Deus e me encho do Espírito Santo. Deserto, lugar da mudança de mente e de postura.

O derramar do Espírito Santo é capaz de transformar qualquer deserto em um lindo campo fértil. Você é o jardim que Deus quer fazer florescer no deserto. Você é a flor que Deus quer colher no deserto. Deserto, estação das flores.

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Paz, fé e alegria sempre!

Att, Theo Vieira.

 

 

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Sempre soube

Publicado: 10/11/2015 por bren0azevedo em Vida Devocional

Eu sempre soube de você. Desde que te chamei para seguir-me, junto com os outros doze. Eu conhecia você. Percebia seu olhar desconfiado, cabisbaixo. Constantemente notava sua personalidade, seu jeito questionador. Ouvia sua fama de malandro, querendo sempre tirar vantagem dos outros. Seu nome era citado nas rodas de conversa. Me davam más referências a seu respeito. Eu sempre soube do seu apego aos bens materiais; era justamente onde seu calo apertava! As riquezas enchiam seus olhos. Era um risco deixar você administrar nossas finanças, mas te dei esse voto de confiança, mesmo sem a aprovação da maioria.

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Eu discerni as consequências de te ter por perto. Tu tinhas qualidades, porém, seus defeitos se destacavam, Teríamos prováveis prejuízos por sua causa. Eu sempre soube da sua dificuldade em se abrir, ser sincero e transparente. Tentava olhar nos seus olhos, mas você os desviava, fingindo não ser contigo. Todos suspeitavam da sua honestidade. De vez em quando, alguém me aconselhava, dizendo: “Cuidado, ele não é confiável.” Isso aconteceu várias vezes. Alguns falavam por cuidado. Outros não se preocupavam em tentar entender-te, enchendo a boca para te maldizer, porque era fácil – afinal, todo mundo falava mesmo.

Eu sempre soube que você poderia me decepcionar muito. Na verdade, sabia que esse dia estava próximo. Mesmo assim, te chamei para cear comigo. Repartimos o pão e o vinho. Você se apressou em sair.

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Não demorou para nos vermos novamente. Com um semblante apreensivo me saudou “Salve, Rabi”, beijando meu rosto. Te fiz uma pergunta, mas sempre soube a resposta: “Amigo, a que vieste?”.

Você me entristeceu. Eu te dei alegria, você me chamou Mestre. Chamei-te irmão, mas pra ti não foi o bastante. Você seguiu seu rumo, eu suportei o meu. Não nos vimos mais, mas seremos sempre amigos.

Breno Azevedo

FAMÍLIA: UM PEDACINHO DO CÉU

Publicado: 05/05/2015 por tvieira21 em Vida Devocional

“A família é o amor de Deus nos oferecendo um pouquinho do céu aqui na terra” (autor desconhecido)

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Tudo bem com vocês??! Saudade do “Acertando o Alvo”. Maio é mês da família e não poderia passar em branco. Família é um tema necessário em dias atuais. A família é influenciada pelo mundo, pela sociedade, pela cultura, pela mídia, a qual distorce os valores. Os princípios familiares se perderam, cadê a unidade familiar?! Só vejo desunião e pessoas que dizem que o seu lar parece o “inferno”. E aí, como o lar pode ser tornar um pedacinho do Céu?

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O primeiro passo é “TEMOR” (Salmo 128), a família que teme ao Senhor é feliz, a família que teme ao Senhor é abençoada, a família que teme ao Senhor terá paz, porque a família que teme ao Senhor segue os mandamentos e independente das circunstâncias, a relação marido-esposa, pai-mãe, pais-filhos funcionam de maneira certa. Não existe família perfeita, mas existe família que busca melhorar.

O segundo passo é a ORAÇÃO (Salmo 129), Deus é capaz de libertar, salvar e restaurar a sua casa. Permita que Deus entre na sua casa através da oração. Seja intercessor, se posicione como profeta da sua casa, porque oração te concede sabedoria, muda a atitude e consequentemente muda a realidade do seu lar. Qual foi a última vez que você orou junto com o seu cônjuge? Qual foi a última vez que você chamou os seus filhos e orou? A oração faz descer o céu no seu lar.

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O terceiro passo é ESPERANÇA (Salmo 130), que a sua família espere em Deus através da revelação da Palavra, pois a Bíblia te ensina o valor do perdão e te leva a confiar em Deus. Não guarde mágoas, não seja uma família marcada pela falta de perdão, vá até a outra pessoa e peça perdão, perdão é sinal de amor e confiança em Deus. Esperança em Deus traz amor, alegria e unidade familiar. Chega de desculpas, faça programações com a sua família.

Acredite na sua família, uma instituição divina, família é o primeiro lugar que você aprende a servir o outro. A família te faz um verdadeiro adorador. Adorador por excelência é aquele que valoriza a sua família, aquele que ama sua esposa tal como Cristo ama a Igreja, aquela que é submissa ao marido, aquele que honra os seus pais, quando juntos servem ao Senhor  e ajudam o próximo. A família adoradora torna a casa um pedacinho do céu.

FAMÍLIA UM PEDACINHO DO CÉU

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmo 127:1)

Deus abençoe a sua casa! Que a sua família seja um pedacinho do céu!

Att, Theo Vieira.

Chorando com os que Choram

Publicado: 03/03/2015 por Rubem Cruz em Amor
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O pai do filho pródigo tinha ao menos dois grandes motivos para estar triste, o primeiro era a falta do filho pela maneira que ele vai embora, e o segundo é de ver a indiferença do filho que fica em casa tem em relação a seu irmão. Acho que às vezes o que Deus espera de nós é que fiquemos mais tristes, em muitas ocasiões os cristãos querem mostrar que são felizes, pois acham que isto ratifica a presença de Deus em suas vidas. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manha. Acho que nossas noites têm sido muito curtas, enquanto algumas pessoas têm noites longas em baixo de pontes e viadutos de nossas cidades, na verdade deveríamos ter muito mais noites de choro, mas não pelas nossas demandas egoístas não realizadas, mas sim por causa das dores que os nossos irmãos passam, e muitos deles sem conhecer ao nosso Deus. Pessoas sofrem ao nosso redor e ainda temos a coragem de dizer que somos pessoas felizes, alegres. O slogan de uma igreja “lugar de gente feliz” é uma afronta ao evangelho de cristo que escolhe o lugar onde há luto em detrimento de estar onde há banquete. Igreja é como hospital, lugar de gente doente, e eu não acredito que alguém tenha no hospital uma referencia de local onde existam pessoas muito alegres e contentes. Acho que melhor slogan para uma igreja cristã seria “lugar de gente que cansou de fingir felicidade e quer começar a ficar triste pelos motivos certos”, pois estar feliz pelos motivos errados não é estar feliz, é ser sínico, indiferente à dor dos outros e isso não tem nada a ver com o evangelho de Jesus. Ou poderia ser “lugar de gente que só será completamente feliz quando não houver mais nenhum filho de Deus sofrendo”, pois como alguém pode estar feliz com um irmão perdido? Como um pastor dorme bem uma noite de sono, sabendo que existem ovelhas perdidas?

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Até entendo um cristão estar triste por uma dor que esteja passando temporariamente, mas que este momento seja a exceção, pois o que nos faz ser cristãos é sermos seguidores de cristo, e Ele sempre nos ensinou a sofrer a dor do outro, socorrer ao outro, isso nos dá o privilegio de sermos seus seguidores. Jesus chorou, mas nós, nós queremos é sorrir. Interessante, na bíblia não temos nenhuma passagem dizendo, Jesus estava muito alegre, ou Jesus estava muito feliz. Mas temos Jesus chorou, e chorou por compaixão, notem que Jesus iria ressuscitar a lazaro, logo poderia estar tranquilo, mas não, ele chora em respeito à dor daqueles que choravam a perda de um amigo, um choro solidário. Ele estava sofrendo a dor dos outros. Antes de ir para a cruz Jesus disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte. Ele estava triste, mas uma tristeza motivada pela dor do pecado de todo ser humano, Jesus chorou, Ele ficou triste até a sua morte. Tudo isso me indica que quando alguém se torna um seguidor de cristo não significa que ele irá parar de sofrer, mas sim que aprenderá a sofrer pelos motivos certos.

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Ouçam o que Davi vai nos contar em Salmos 35:11-13 Falsas testemunhas se levantaram; depuseram contra mim coisas que eu não sabia. Tornaram-me o mal pelo bem, roubando a minha alma. Mas, quanto a mim, quando estavam enfermos, as minhas vestes eram o saco;·. Se vestir de saco neste caso de Davi era exatamente para mostrar que a dor daquelas pessoas fazia com que ele não tivesse a coragem de se mostrar contente, ou feliz. Tomado por um sentimento de tristeza solidaria a dor daquelas pessoas que sofriam, Davi se veste de pano de saco. Uma igreja que não sofre as dores de um mundo que padece por não conhecer a Deus é uma igreja que não conhece seu próprio Senhor, encarnado na pessoa de Jesus cristo.

Edson Cravinho

Pecado Humanizado

Publicado: 25/01/2015 por bren0azevedo em Vida Devocional

É natural pensarmos nas coisas que acreditamos a partir de um ponto de vista que nos foi passado. Na verdade, tudo que ouvimos, falamos, aprendemos e refletimos possui um ponto de partida que foi estabelecido por alguém ou por algum grupo. Acontece assim nas famílias, nas escolas, com os amigos e no ambiente religioso.

Partindo dessa ótica, o Cristianismo foi erguido pela Igreja primitiva tendo como chão o Evangelho que Jesus apresentou quando, em Terra, propagou, por meio de palavras e ações, o Reino de Deus. Um dos assuntos mais relevante na mensagem de Cristo foi a Vida Abundante. Se não me engano, já ouvi dizer que Jesus falou mais da vida do que do pecado. Não me esforço muito para acreditar nisso. Jesus tinha o costume de olhar as pessoas pelas lentes da esperança.

Quando lemos em Romanos 6. 23 que o salário do pecado é a morte, naturalmente, pensamos na morte espiritual. Sempre ouvimos dizer nas pregações que quando pecamos estamos matando nosso Espírito. Sendo assim, inconscientemente, foi se criando a lógica do “certo x errado”.  Quantas e quantas vezes nos disseram que ir a certos lugares, ouvir certas músicas, conversar com determinadas pessoas é errado? O foco desse discurso é a maximização dos “símbolos diabólicos”, tais como:  pessoas, lugares, bebida alcoólica, música secular, dentre outros, mas nunca a essência do pecado, a raiz.  O óbito espiritual, a verticalização do pecado é o centro, segundo o “certo x errado”, entretanto, nos esquecemos do motor que alimenta isso tudo: a motivação. O único fator importante de quando pecamos, tendo em vista a lógica do “certo x errado”, é que quebramos as leis “divinas” e não nos enquadramos mais no esteriótipo do rol de membros da igreja institucionalizada.

Não deixa de ser correto pensarmos que o pecado é algo errado que fazemos, pensamos ou sentimentos (ele sempre passa por essas três vias). É óbvio que Paulo falou da morte espiritual também. Inclusive, ele deixou bem claro nas suas cartas às Igrejas primárias que não devemos nos escravizar ao pecado. Ou seja, o pecado realmente é algo errado, espiritualmente falando.

De qualquer forma, existi uma dimensão do pecado que é tão importante quanto essa que já sabemos. A dimensão humana.  Pode parecer redundante isso que estou falando, até porque o pecado é gerado pela natureza do homem, afastada de Deus desde a queda. Contudo, quando falo em dimensão humana, falo da lógica do “melhor x pior” e não só do “certo x errado”. Consegue perceber a diferença? O interesse de Deus é que a gente consiga visualizar por essa perspectiva também, pois, por ela, atentamos para a destruição pecaminosa, gerada pelo homem, num processo que se veicula de dentro pra fora. Mais do que isso: um processo que danifica o homem na sua essência e não só transgride “regras e leis” que nos são passadas. Lembrando que estamos falando tanto da natureza do pecado (sua formação e características) quanto das suas consequências (salário e resultados). Me arrisco a dizer que, através do entendimento dessa dimensão, acharemos o equilíbrio para não cairmos na hipocrisia farisaica, nem na libertinagem da Igreja em Coríntios. Ambos não souberam andar pela corda bamba da Graça, se desequilibraram e caíram. Um no chão da religiosidade outro no chão da promiscuidade.

Quando penso em dimensão humana, não penso só na morte espiritual, penso também na morte da alma, dos relacionamentos, da integridade, da singeleza, da sensibilidade, da pureza humana, isto é, de tudo que nos faz viver acima da miséria. A miséria é uma realidade muito cruel. Ser mísero é muito pior do que ser pobre, por incrível que pareça, os dois se diferem. A miséria fala do ser humano, já a pobreza do ter humano. É possível ser mísero possuindo muitos bens, assim como é possível ser pobre e sequer conhecer a miséria. É possível ser mísero exercendo uma religião e boas ações da mesma forma que é possível viver avesso à prática religiosa e desconhecer a miséria. Nesse campo da miséria humana o pecado é tão prejudicial quanto no campo da espiritualidade. Não acredito que vivemos com essas duas dimensões desconectadas, tudo que fazemos, pensamos e sentimos passam por elas (humana e espiritual). Mas vale a pena analisarmos esses terrenos separadamente para que não caiamos na armadilha de seguir uma lista de métodos, vestirmos uma “capa” de santidade, ditarmos regras de conduta, mas no íntimo sermos míseros. Foi nessa hipocrisia que os fariseus e mestres da lei caíram quando fizeram da Lei o seu Deus e negligenciaram a Graça. Quiseram transmitir algo que no íntimo não eram.

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Photo-Technical Sergeant Mike Buytas, the United States Air Force.

Sinceramente, tenho muita dificuldade em crer que Deus nos convida para viver longe do pecado só para agradá-lo. O amor de Deus não reflete isso. A distância que Ele nos pede do pecado é porque ele (o pecado) nos faz miseráveis em todos os aspectos. Nossas conversas são rasas, nossas risadas dependem de incentivos, nossa fuga são as coisas, nossos relacionamentos são regados de carências insaciáveis. Assim como nosso espírito se enfraquece, nossa santidade é abalada e nossa proximidade com Deus é interrompida. Como já mencionei, tanto a nossa humanidade quanto a nossa espiritualidade crescem mutuamente e estão em contínuo diálogo. Não tem nada pior do que ser uma pessoa mísera. E o pecado nos leva para a miséria absoluta, para um estado de ser raso e vazio.

Diferentemente do que achamos, quando observamos o pecado pela lógica do “melhor x pior” não quer dizer que definiremos o melhor ou o pior para nós. O desafio é buscar nos ensinamentos de Jesus essas respostas. Neles encontraremos o tão importante equilíbrio a fim de peregrinarmos por essa Terra desfrutando da plenitude do ser. Tendo a consciência de que o pecado é o impulso de dentro pra fora que espelha um enorme dano causado no caráter de Deus e, simultaneamente, no nosso.

Que Deus nos ajude a seguir em frente com esse Entendimento nas nossas mentes, corações e, sobretudo, nas ações!

Breno Azevedo

A GRAÇA DA MULHER ADÚLTERA

Publicado: 10/12/2014 por tvieira21 em Vida Devocional

“Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa” (Tom  Jobim)

Opa! Não é desta graça que falarei, mas sim da maior Graça que existe: A GRAÇA! E para tal, usarei a “Mulher adúltera”, o texto de João 8 me faz entender bem o sentido da GRAÇA. Espero que entendam também. Vamos lá…

Leia João 8:3-11

A mulher adúltera estava errada? Sim, ela pecou.

Os fariseus e escribas estavam certos? Não, queriam acusar Jesus.

Ao se inclinar, o que pensava Jesus? Nas pedras. Como assim?!

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Jesus já havia recebido as pedras em sua direção. Jesus sabia exatamente o pecado e a dor daquela mulher.  Jesus recebeu 4 pedras específicas lançadas pelo povo. Quais eram as pedras?

João 6 e 7.

Abandono (Ele foi abandonado por alguns seguidores); Incredulidade (os seus irmãos não acreditavam N’Éle); Acusação (metade do povo dizia que Ele era um enganador); Perseguição (os fariseus deram ordem aos guardas para persegui-lo e prendê-lo). Será que você lançou alguma pedra? Pense…

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Olha que contradição, os religiosos da época, aqueles que se diziam entendedores da Lei, estavam encurralando Jesus. Mas naquele momento, a mulher adúltera foi referência, exemplo a seguir.  Han? Como assim?!  É heresia? Não. É isso mesmo.  Ela poderia ter corrido quando os fariseus se retiraram, mas não, ela queria proteção, ela queria ouvir Jesus.

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É isso que nos falta, relacionamento com Jesus, o relacionamento com Jesus traz proteção. Naquele instante, UMA MULHER ADÚLTERA NOS ENSINA O VERDADEIRO RELACIONAMENTO COM JESUS. É A MARAVILHOSA GRAÇA em ação. Ela queria o perdão, ela queria o abraço, ela queria a mão de Jesus, recebeu muito mais, ela saiu daquele local cheia de Graça, cheia da GRAÇA.

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Ninguém lançou a pedra naquele momento. Sabiam do erro, mas os fariseus não ficaram, fugiram do relacionamento com Jesus. E você…vai jogar a pedra, sair correndo ou vai ficar e aproveitar  o perdão através da Graça de Cristo?

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Fique ao lado da mulher adúltera e se relacione com Jesus. Não jogue a pedra fora. Entregue nas mãos de Jesus. Ele, através do Espírito Santo, é capaz de transformá-las. Olhe a transformação das pedras:

Abandono: intimidade, santidade e serviço;

Incredulidade: Confiança em Jesus;

Acusação: amor e temor ao nome de Jesus;

Perseguição: adoração, essência de adorador.

O fariseu ou a Mulher adúltera? Como devo ser? Você deve ser como Jesus Cristo. Assim, como Jesus, rejeitado pelos homens, Deus te chama para ser pedra preciosa (1 Pe 2:4). Como fazer?! Voltar à essência, essência do amor, do perfume, do perdão de Jesus, essência da GRAÇA: filho(a) precioso(a).

Precious Diamond With Rainbow --- Image by © William Whitehurst/CORBIS

Portanto, que você se relacione com ELE e seja cheio da GRAÇA.

 

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Dica de Leitura: “Maravilhosa Graça” (Philip Yancey)

 

Desde já, um Natal e um Ano Novo cheio da Graça! Att, Theo Vieira.

ARRANCANDO A RAIZ DA ANSIEDADE

Publicado: 04/11/2014 por tvieira21 em Vida Devocional

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A palavra ansiedade é definida como conflito angustiante ou desejo ardente. Como funciona? A ansiedade é uma semente jogada na mente humana, caso regado pela insegurança, a árvore cresce e gera frutos, mas frutos podres, tais como: angústia, que desenvolve a tristeza profunda; medo, que desenvolve o pavor e paralisa; depressão, que desenvolve crise, doença e morte; e o fruto do pecado, a ansiedade te leva a gula, inveja, vícios: drogas e prostituição.

E aí, qual é a raiz da ansiedade? Sem ansiedade! Vamos descobrir juntos…

Existe uma grande epidemia de ansiedade, uma doença comparada ao câncer, algo que se espalha e danifica o nosso ser, atrapalha a saúde física, emocional e espiritual. A ansiedade te torna agressivo, vulnerável, você fica confuso e toma decisões precipitadas, a ansiedade tira o seu foco, a ansiedade te distrai da vontade de Deus. Cuidado com a auto cobrança, quem se cobra muito, se torna muito ansioso! Pare de murmurar e justificar a sua ansiedade (“eu já nasci ansioso”, “eu puxei a minha mãe”, “eu tenho muitas preocupações”). Faça a sua parte e confie em Deus.

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A ansiedade é o mal do século? Sim. Jesus foi muito sábio e em suas escrituras alertou os discípulos sobre a ansiedade (Mt 6:25-34). Está ansioso? Vá até um local que possa analisar os pássaros, pois de forma natural e divina, as suas necessidades são supridas. Assim também, Ele cuida de você. Basta você deixar Deus aquietar a sua alma, basta a cada dia o seu mal. A ansiedade te torna insatisfeito e ingrato. Você conhece mesmo a bondade divina? Pense…

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E aí, como vencer a ansiedade? Vamos vê o que Paulo diz (Fp 4:6-8).

Primeiro passo: Oração. Orar, se relacionar com Deus em súplica e agradecimento, é sempre preciso saber esperar em Deus, ouvir a voz Deus e assim o seu coração será guardado. Segundo passo: Pensamento justo (reto, exato, alinhado com a vontade divina), viver cada dia por vez, não estimular a “síndrome do pensamento acelerado”, coloque o amanhã nas mãos de Deus e não desperdice o melhor de Deus hoje e agora. Terceiro passo: Entrega. Deus só vai aquietar a sua alma quando houver entrega de coração (Salmo 37:5).

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E seguindo os passos acima, estimulamos e aumentamos a nossa fé, hoje em dia é algo em extinção, como a falta de fé é algo comum, a falta de fé gera a raiz da ansiedade, a falta de fé gera a “Incredulidade”, o vilão da história. A incredulidade te faz ser comparado com o ímpio, você tem comportamento de um ateu. Caso você realmente acreditasse quem É Deus, quem Ele diz que você é, nas promessas, você seria tão ansioso? Confie e Descanse em Deus (Hb 11).

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Chega de incredulidade, deixa Deus arrancar hoje do seu coração toda a sua incredulidade, chega de tortura, chega de ansiedade. Mesmo na dor, na luta, no sofrimento, Deus É Deus! Estamos sempre ansiosos pela próxima fase e não curtimos o hoje. Não temos que deixar de planejar, mas sim planejar, viver cada dia e ouvir o aval do Senhor. Não é amanhã, Deus quer arrancar hoje a raiz da ansiedade. Ore, tenha pensamento justo e se entregue. Respira fundo e entrega. Lance toda a sua ansiedade aos pés de Jesus (1 Pe 5:6-8). A palavra de ordem é FÉ.

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“Quando deixei de olhar tão ansiosamente para o que me faltava e passei a olhar com gentileza para o que eu tinha, descobri que, de verdade, há muito mais a agradecer do que a pedir.”

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Não desista, continue! Troque o fardo da ansiedade pelo refrigério da esperança!

Deus possa aquietar o seu coração, arrancar a raiz e trazer cura através do texto acima!

 

Dica de leitura: “Ansiedade – Como enfrentar o mal do século” (Augusto Cury).

 

Até a próxima! Att, Theo Vieira.