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PERDÃO!

Publicado: 24/05/2012 por Rubem Cruz em Cristianismo, Perdão
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Oláaa meus abençoados e queridos jovens!!!
Hoje vou falar de um assunto que acontece, mas ninguém gosta de falar.
Cristão que não fala com outro cristão.
Infelizmente, é muito comum você ver em uma igreja irmão que não fala com outro por causa disso, daquilo, porque fulano falou isso, deixou de fazer isso e blá blá blá…
Então vamos para a leitura de hoje.

Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão; mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada. Se recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano. (Mateus 18.15-17)

Podemos ver que essas palavras são especialmente para os cristãos e não para os incrédulos, para os pecados contra você e não contra as outras pessoas.
As Palavras de Jesus não dão permissão ao ataque frontal a cada um que nos ofende ou nos despreze. E sim a se reconciliar aqueles que estão em desacordo, para que nós cristãos possamos viver em harmonia.
Porem quando alguém nos ofende geralmente fazemos o oposto.
Afastamo-nos daquela pessoa, com certa magóa, com certo ressentimento ou por que não dizer ódio. E o pior é quando queremos vingança!
O que devemos fazer é procurar a tal pessoa, por mais complicado que isso possa aparecer.
E devemos perdoar!

Veja:
Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete. (Mateus 18:21-22)

Mas Jonhny o que é exatamente perdoar???
É oferecer uma memória apagada, isso não quer dizer que esquecemos ofensa, mas sim que todas às vezes que lembrarmos da ofensa isso não gerará em nós sentimentos negativos em relação ao nosso ofensor.
JESUS NÃO APENAS ENSINOU A RESPEITO DO PERDÃO, MAS TAMBÉM MOSTROU A SUA DISPOSIÇÃO EM PERDOAR.
Veja:
E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo, perdoados te são os teus pecados.E eis que alguns dos escribas diziam entre si: Ele blasfema.Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse: Por que pensais mal em vossos corações? Pois, qual é mais fácil? dizer: Perdoados te são os teus pecados; ou dizer: Levanta-te e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa. E levantando-se, foi para sua casa. E a multidão, vendo isto, maravilhou-se, e glorificou a Deus, que dera tal poder aos homens. Mateus 9:2-8

E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. João 8:3-11

E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e mos enxugou com os seus cabelos.
Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento.
Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.
E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados.
E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?
E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz. 
Lucas 7:44-50

E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. 
Lucas 23:39-43

E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. 
Lucas 23:34

Que Deus nos abençoe!!!

Jonhny Carvalho

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ONDE ESTÁ SEU CORAÇÃO?

Publicado: 26/03/2012 por Rubem Cruz em Namoro
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Fala pessoal!!! Como vocês estão?
Quero falar com vocês novamente sobre namoro, sei que todo mundo gosta desse assunto e tenho visto que os outros posts abençoaram a vida de algumas pessoas que agradeceram e disseram que foram abençoadas pelos textos sobre namoro, espero que novamente o texto de hoje possa te abençoar, então chega de blá blá e vamos lá rs:
Vou começar com uma pergunta: Para quem você tem dado o seu coração?
Quando atingimos certa idade começamos a nos interessar pelo sexo oposto naturalmente, isso é algo que acontece normalmente, nos sentimos atraídos, queremos ter alguém perto, abraçar, fazer carinho, beijar, mas isso não quer dizer que chegou a hora disso acontecer, tenho visto relacionamentos começarem cada dia mais cedo e o grande problema disso é que muitas pessoas vivem experiências que não estão preparadas para viver, conheço adolescentes que com 15 anos já tiveram grandes desilusões amorosas por ter entreguem seus corações a alguém que acabou não dando tanto valor assim, e quando fazemos isso nós entregamos o nosso tesouro porque a bíblia diz:

Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. 
Mateus 6:21

Varias vezes vamos entregando nosso coração e nem perguntamos a Deus o que ele acha de tudo isso, na verdade só não queremos ficar sozinhos afinal de contas, todas as minha amigas estão namorando eu não posso ser a única sozinha, eu sou homem não posso ficar sozinho e com isso nos envolvemos com pessoas que muitas vezes não tem um relacionamento com Jesus, porém quando tudo dar errado ai sim procuramos o Senhor, pedimos a sua ajuda mas logo depois cometemos o mesmo erro e vivemos nesse ciclo de desilusões e o nosso coração vai se ferindo, vamos nos tornando mais frios, ciumentos e muitas vezes ficamos mais velhos totalmente desiludidos em relação ao amor, porquê preferimos satisfazer nossas vontades e esquecemos de confiar e esperar no Senhor, mas Deus nos ama tanto que nos dá alguém especial mas quando chegamos para nossa esposa ou marido estamos totalmente destruídos, com coração ferido, cheios de traumas e experiências que poderíamos ter evitados.

O que você dará ao seu marido ou esposa no seu casamento?

Você pode decidir como quer chegar ao seu casamento, infelizmente a influência do mundo tem feito que achemos normal um namoro precoce, achamos o namoro em corte algo radical ou legalista, mas achamos normal um namoro aos 15 anos com beijos cada vez mais sensuais, temos esquecidos de ser referência e deixamos o padrão mundano invadir nossas igrejas, pastores e pais omissos que não cumprem o papel confiado a eles. Fazemos escolhas baseados em critérios mundanos, como músculos, beleza exterior, dinheiro e etc. Deixamos ser enganados por nosso coração.

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer? 
Jeremias 17:9

Para terminar quero falar o que acontece quando você começa um relacionamento: é como se seu coração e o daquela pessoa se colassem e quando vocês terminam esse relacionamento eles são “descolados“ pedaços da outra pessoa ficarão no seu coração e vice versa, então quanto mais você se relacionar mais pedaços do seu coração será perdido e mais marcas você terá, não deixe que a carência e a influência destrua o que Deus preparou para você, Deus quer que você tenha o melhor Dele para sua vida, mas primeiro você tem que se sentir completo(a) no seu relacionamento com Deus e então você estará preparado(a) para viver uma grande história de amor e Ele te ajudará na sua escolha, você conseguirá escutar a Deus e não se deixará influenciar por outras opiniões. Então cuide bem do seu coração e já que você entregou seu coração a Jesus deixe que Ele te ajude a escolher a quem você entregará seu coração.

Espero que você viva uma grande história de amor,leia os outros post sobre namoro também.

Abraço Galera, Deus te abençoe!

RUBEM CRUZ

POR QUE VOLTAMOS AO LIXO?

Publicado: 20/03/2012 por Rubem Cruz em Amor
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“No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo” I Jo 4:18a

É claro que o título deste texto é uma provocação, que será melhor explicada um pouco mais adiante. Quero tratar de um assunto um pouco espinhoso, que embora desconcertante, exige atenção  e carinho para não nos deixar enganar naquilo que é o primordial de nossa fé, ou seja, o amor que nos é colocado no coração através da graça de Cristo Jesus, após uma resposta de fé e arrependimento a um amor primeiro, que é o amor de Deus agindo na história para nos alcançar.

Gostaria de me focar em três elementos principais que compõem o versículo citado acima: a perfeição, o amor e o medo.

Primeiramente é necessário estabelecermos alguns parâmetros para que conheçamos o amor enquanto conceito fundamental da vida cristã. “O que é o amor?” é uma pergunta plenamente digna de ser concebida no âmbito da fé em um Deus que se intitula Amor.

Entendo que o amor, ao contrário do senso comum, não é um sentimento no sentido de que não é nem um ato nem um efeito do sentir. O amor não está fundamentado no campo das emoções, não sendo portanto uma sensação, muito menos uma sensibilidade que atua na psique humana. São sentimentos: a tristeza, alegria, ódio, rancor, compaixão, enfim. O amor, não se encaixa dentro do mesmo grupo que todos os sentimentos emocionais humanos se encaixam.

Creio que embora conscientes, os sentimentos estão aquém dos processos puramente racionais. Por  exemplo, uma pessoa querida morre, nós ficamos tristes sem que possamos escolher racionalmente nutrirmos ou não este sentimento. Por outro lado, o amor não é algo que acontece sem que tenhamos a plena consciência racional do amor no qual nos encontramos.

Amor é ao mesmo tempo racional e suprarracional, pois se ele é uma escolha consciente e está no âmbito da razão, ele ultrapassa a racionalidade e jamais poderá ser plenamente compreendido, já que a plenitude do amor transcende as nossas capacidades de entendimento e cognição.

O amor não é capaz de se limitar a um conceito humano. Ninguém tem plena condição de dizer o que é o amor. O ente amor é impossível de ser conhecido por inteiro. Só nos resta estabelecer como ele acontece na existência humana.

Se o amor não é um sentimento, e é impossível de ser compreendido pela razão, como ele se dá na humanidade?

Amor, em sua esfera de atuação no mundo, na vida do ser humano é antes de mais nada uma escolha que fazemos.

O amor acontece na vida mediante a escolha que eu faço em amar. Ninguém nunca é pego de surpresa por estar amando nem ama sem ter vontade de amar. Neste sentido, o amor em movimento é sempre uma opção feita por aquele que ama.

Amar ou não são sempre opções dadas ao ser humano e que, por serem opções, envolve responsabilidade plena. Ou seja, somos plenamente responsáveis tanto pelo amor que nutrimos, quanto pela escolha que fazemos em não amar.

Por isso Jesus nos ordena amar os inimigos. O mandamento do amor ao próximo, sendo este próximo tanto o que está perto porque representa alguém querido, quanto o que está perto porque representa o mal a nós causado, só é possível de ser cumprido, enquanto mandamento, porque temos o poder de escolher fazê-lo ou não.

Amar é uma escolha, em todos os níveis. Amar o inimigo, os pais, o cônjuge, o amigo, o pobre e necessitado, o pecador, o irmão de fé. Não importa o tipo de relacionamento em que estamos inseridos nem em que dimensão de amor nos envolvemos, o amar é sempre algo que se coloca diante de nós nos exigindo um posicionamento consciente, racional e verdadeiro em relação a como devemos nos engajar no amor.

O amor como resposta e escolha é sempre racional. Porém, a natureza do amor é também suprarracional, como foi dito, e nos confronta em nossa própria natureza humana.

Amor é a fuga, sempre consciente, do conforto para o “não-lugar” do ter o outro como um dos fundamentos de nossa própria vida. Amor é entrega, subtração do nosso eu para que no espaço que se abre, o amado sinta-se em casa dentro de nós. Amor é construção permanente do inacabado movimento de doar-se sem exigir nada em troca.

Amar impossibilita o ego de ter primazia sobre qualquer coisa que seja. “Viver é amar”, me disse certa vez uma pessoa. Mas amar é morrer, eu complementaria. Se amar não implicasse em um pouco de morte, o amor seria uma consequência natural de um coração apaixonado, porém amar não deriva de coisa alguma além da própria vontade de amar, já que para ser amor é preciso que não seja sentimento.

Explicando melhor, amar é morrer porque implica na morte do eu para que a vida do amado faça sentido na vida do amante. O amante não é apenas um solidário empático, ele é um doador disposto à perdas totais em prol do amado. Amante e amado se encontram na história e vivem a partir da experiência de amar e ser amado.

Em relação a segunda expressão que parece qualificar o amor, a perfeição, é importante salientar que quando contemplamos o amor enquanto movimento do amante em direção ao amado não é possível contemplar este amor se ele não for plenamente perfeito.

Neste sentido a existência do amor é melindrosa e qualquer imperfeição no movimento de amar o desqualifica como amor e o transforma em algum sentimento.

Quem ama e espera algo em troca do amor, não ama. Quem ama e sente ciúmes, não ama. Quem ama com expectativas, não ama. Quem ama e quer fazer-se conhecido enquanto amante, não ama. Quem ama e não demonstra de forma racional, não ama. Quem ama sem se preocupar em movimentar-se em função do amor, não ama.

Se o amor não for perfeito, não é amor. Isto pode acabar parecendo que pretendo fazer do amor algo utópico e inalcançável, o que nos livraria da obrigação de amar e de nos movimentarmos na vida em função do amor que deveria transbordar de nós e atingir os nossos próximos.

Porém, dizer que a perfeição é o único parâmetro verdadeiro para que o amor aconteça verdadeiramente, apenas nos coloca em uma posição única em relação ao amor que escolhemos viver: ao optamos em amar não amaremos se este amor não for perfeitamente vivenciado dentro de nós, e, consequentemente, na vida do amado.

Mas o amor perfeito não faz de nós perfeitos amantes, claro que não. A perfeição do amor nos levará sempre a experimentarmos viver perseguindo a perfeição no movimento de amar. E é aqui que o amor é lindo e divino, porque o perfeito amor é plenamente capaz de ser vivenciado por nós, mas é uma escolha que fazemos e permanentemente nos movimentará para fazer com que este perfeito amor, nos atravesse (nós, tão imperfeitos) e atinja o amado de maneira perfeita.

Primeiro o perfeito amor transborda de Deus e nos atinge.

Em seguida, escolhemos viver este amor e começamos a amar a nós mesmos para que em seguida tenhamos a capacidade existencial de amar ao próximo à nossa maneira imperfeita, mas um amor plenamente perfeito.

Uma última pergunta é necessária.

Por que o amor lança fora o medo?

Para mim é claro, quando estamos conscientes tanto da natureza do amor, quanto da natureza do medo.

Embora o medo tenha uma conotação quase que desgraçada em nossa sociedade, ele é naturalmente um sentimento que reflete em acomodação e segurança na vida do medroso.

Se não tivéssemos medo de coisa alguma andaríamos nos parepeitos dos prédios sem a real noção do perigo que corremos em estarmos enfrentando tal empreitada. O medo, neste sentido nos protege dos perigos da vida e nos impede de agir de maneira à colocar a nossa vida conscientemente em perigo. O medo é protetor e nos salvaguarda de atitudes que nos levem ao absurdo do risco.

Só que o medo não apenas no salvaguarda do perigo de perdermos a vida ou a integridade física. O medo também nos protege de colocarmos as nossas emoções em jogo para que não venhamos a sofrer por causa de atitudes irresponsáveis em relação ao nosso coração.

O medo nos freia e nos impede de correr riscos em todos os sentidos.

Então, o medo é algo bom?

No sentido de nos proteger, sim, ele é benéfico e precisa ser acolhido dentro de nós com maturidade e consciência para que não percamos a nossa vida, seja em que âmbito for.

Mas o amor lança fora o medo.

Sim, porque a escolha consciente em amar é também abrir mão do medo que nos protege. Porque o medo da entrega total de nosso coração ao amor-movimento nos leva ao impedimento de viver este amor de forma plena.

Quando eu entendo o amor como uma entrega total eu estou correndo todos os riscos que envolvem o ato de amar. Quando eu amo por inteiro, estou dizendo ao amado que ele tem um lugar cativo dentro de minha própria vida, e isso implica em um grande perigo. Mas o amor prefere sempre correr perigos do que perder o amado.

Ao darmos ouvido para o medo, estamos dizendo não ao amor. Amar é necessariamente entregar-se para que possamos viver o amor de forma plena, correndo todos os riscos em prol de ter o amor e o amado como fundamentos de nossa vida. Amar é um salto de fé no escuro. Sempre será assim e quando amar não implicar em riscos de vida e de morte não será amor, mas qualquer outro sentimento.

O amor é belo e transcendental porque ele nos leva a tomarmos atitudes que naturalmente jamais tomaríamos e que normalmente até nos afastaríamos delas.

Triste é quando optamos em amar e logo em seguida nos deixamos levar pelo medo dos riscos inerentes ao amor e retornamos ao lixo, que é o lugar da existência que o amor empurra o medo de amar, e colocamos o medo como parâmetro de nosso modo de viver o amor.

O medo não me impede de amar. Me impede de viver o amor. Assim, ele me acomoda em um amor falso, um pseudo-amor que eu vivencio de maneira vã, por assim dizer, e que me leva a uma vida de total liberdade para amar quando eu me sinto confortável para isso, e para não amar quando me defronto com os riscos deste amor.

O medo transforma o amor em um sentimento de foro íntimo, que me desobriga da tomada de decisões, fazendo da opção pelo amor algo inócuo e sem a capacidade de ser vivenciado, tanto por aquele que ama quanto por aquele que escolhemos amar.

Quando o perfeito amor joga no lixo o medo, ele está pretendendo fazer de nós pessoas que se entregam pelo amor (e também pelo amado, pois não existe amor sem o amado, cabe salientar) até a morte.

Por que voltamos ao lixo?

Porque somos incapazes de darmos o salto de fé, que nos fará amar sem limites. Amar sem limites implica ausência de medo.

Você quer viver o amor? Amar o ser amado de maneira absurda? Então, bem vindo aos parapeitos dos andares mais altos da vida!

Deus nos abençoe.

Para a sua reflexão:

Amor não demanda provas. Desculpe.

Carlos Magalhães

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