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PEQUENINOS VENHAM AO REINO DA GRAÇA

Publicado: 07/04/2014 por Rubem Cruz em Igreja
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Bom dia galera bonita!!!

Mais uma segunda e olha eu aqui outra vez, mas hoje deixarei vocês com uma palavra da minha esposa e pastora Layla Cruz. Que o Senhor fale ao seu coração!

Quando penso nesse tema e olho para a Palavra de Deus e observo a maneira como Jesus viveu, me sinto constrangida e verdadeiramente desafiada a buscar uma fé pura e simples como a dele, que não buscou seus próprios interesses, mas viveu uma fé  sem egoísmo que olhava para o próximo independente de quem fosse. Quando olhamos as Escrituras e vemos Jesus se referir aos pequeninos ele não está falando apenas de crianças, mas daqueles que eram desfavorecidos pela sociedade da época, os marginalizados, aqueles que estavam ali, nas ruas, vivendo, mas não eram vistos por ninguém.

Quando lemos sobre as coisas que Jesus fez, milagre, esteve com pecadores, mendigos, endemoninhados, crianças, deficientes físicos, pessoas de outros povos, nós muitas vezes na temos noção de como isso foi impactante para a época. Quero compartilhar com os irmãos para começarmos a conversar um pouco da cultura do tempo de Jesus, seus hábitos, o que acreditavam, para que possamos entender nem que seja um pouco sobre o impacto da vida dele aqui.  Nós sabemos que Jesus veio nos reconciliar com Deus, ele entregou sua vida por nós e por isso quando cremos nele temos a vida eterna! Mas Jesus também veio para nos ensinar a viver, e para nos mostrar que algumas coisas estão erradas na sociedade e a solução para isso não é o dinheiro, política, manifestações, a solução para a desigualdade que vemos, para os conceitos errados de um povo é Jesus agindo através da sua Igreja.

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Hoje quero falar com você sobre alguns desses pequeninos que se encontraram com Jesus e foram tocados por ele. Pequeninos que não eram vistos por mais ninguém, mas foram vistos e amados pelo Rei dos reis, que não tinham valor para a sociedade, mas foram convidados de honra para fazerem parte do Reino da graça de Deus, onde não há melhor ou pior, sujos ou limpos, super espirituais ou intelectuais, ricos ou pobres, doentes ou saudáveis, apenas filhos.  A verdade é que nós só estamos aqui hoje porque esse Rei poderoso um dia olhou para nós em nossa miséria emocional, nossos medos, pecados e dores e disse: eu amo você e não importa como você tem vivido até aqui, eu te amo e quero ser seu Pai.

Jesus cresceu em uma sociedade chamada de patriarcal, o pai era a autoridade sobre a casa, o marido era o senhor da mulher. Acreditava-se que a mulher era inferior ao homem. O casamento era quase que exclusivamente para a procriação, quando vemos filmes e series reproduzindo cenas da época colocando casais apaixonados, suspirando um pelo outro, a história diz que não era assim.

Toda criança menor de doze anos pertencia a uma classe inferior que era incapaz em matéria religiosa. Os textos as colocam na mesma categoria dos surdos, dos mudos, dos cegos, dos deficientes, dos pagãos, das mulheres e dos escravos.

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Um rabino colocava entre as causas que aceleram a perda de um homem: o sono da manhã, o vinho ao meio dia, a permanência na sinagoga de gente vulgar e a tagarelice com as crianças.

Havia na cultura de Jesus uma hierarquia de importância na sociedade, de valor. E na última categoria estavam os pagãos, deficientes, mulheres e crianças. Esse pensamento já fazia parte da vida do povo, dos seus relacionamentos. Em algumas passagens nós vemos que as mulheres e crianças não eram contadas. Acredito que quando há uma cultura sobre um povo, como a do povo judeu em relação às classes sociais, as pessoas se acostumam e viver desse jeito, mas em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura as pessoas só querem se sentir amadas, valorizadas, ouvidas.  Viver todos os dias ouvindo que é menor, que é pequeno diante de todos faz a gente acreditar nisso.

É nesse contexto que Jesus vem, quero falar com os irmãos hoje sobre as crianças, esses pequeninos que se encontraram com Jesus, que nesse caso são pequeninos no tamanho também.

E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.
Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele. E, tomando-os nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou. Marcos 10:13-16

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v.13 – Criança precisa ser levada até Jesus porque ela não consegue ir sozinha

Por isso que trabalhamos nas igrejas com ministério infantil, não é apenas para que você responsável esteja ouvindo a Palavra tranqüilo, nosso objetivo é levá-las até Jesus.

v.13 – Nossa mentalidade humana  (nossos conceitos, valores, idéias…) pode atrapalhar dos pequenos chegarem até Jesus.

Pode atrapalhar quando: Não acreditamos neles – Crianças que querem batizar e os pais falam: Você ainda não ta pronto.

– Quando a criança ta aborrecida e falamos: Menino, você tem conta para pagar por acaso? (Deus não dá nada que não possamos suportar, então é claro que o problema da criança para nós vai ser simples, porque já passamos dessa fase. Essa é uma ótima oportunidade para ouvi-la e ensiná-la a buscar consolo e ajuda em Deus).

Os discípulos disseram com sua atitude que Jesus não tem tempo para as crianças. Até na família de Deus nós podemos ser deixados levar por nossa mentalidade humana, mas não se esqueça a bíblia diz que devemos ser transformados pela renovação da nossa mente.  Nossa mente deve ser renovada com os valores do Reino de Deus, que é um Reino de igualdade, composto apenas de filhos.

v.14  – Jesus ficou indignado porque os discípulos não refletiram  o valor do seu Reino – Igualdade

Os discípulos habituados aos ensinamentos culturais, onde a criança não era nem contada são impactados pela atitude de Jesus que fica indignado e os repreende, Jesus, para tudo o que está fazendo, toma as crianças nos braços, impõe as mãos sobre elas e as abençoa, nos ensinando outra coisa:

v.16 – Criança tem a necessidade também de ser tocada por Jesus.

Além de nos reconciliar com o Pai Jesus veio nos ensinar os valores do seu Reino que são muito diferentes dos do mundo. Para o mundo o importante é ter, para Jesus o importante é ser, o que o mundo busca é ser servido e Jesus quer que nós sirvamos como ele serviu, para o mundo a marca da roupa que você está usando é importante, para Jesus o que é importante é o que não pode ser visto no espelho. Para o mundo a classe social que você está define você, para Jesus é onde está seu coração

Deus te abençoe!

Layla Cruz

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O EVANGELHO DE CRISTO

Publicado: 04/03/2012 por Rubem Cruz em Jesus
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Bom dia gente bonita,hoje é domingo e quero dizer que domingo vai ser um dia especial no blog, terão convidados escrevendo aqui,videos,humor e etc. De segunda a sábado vocês ficaram com os nossos maravilhosos colunistas que vocês já conheceram durante a semana e nesse domingo convidei minha amiga Joana Paula para está escrevendo para vocês,preparem-se porque o Senhor vai falar com vocês,que Deus abençoe a todos,vamos para o post:

“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo” —[Hebreus 1:1,2]

E dessa forma a humanidade teve acesso ao verbo em forma de homem, ao filho de Deus encarnado e andando entre nós, a Verdade, aquele a quem o apóstolo Paulo disse que deveríamos ser imitadores.

E entende Jesus que é chegada hora do inicio do seu ministério, senta com seus escolhidos  para definir estratégias, lembrando que ele procurou os melhores e mais conceituados homens, afinal precisava de gente que sabidamente seguia cada vírgula da lei e andava com largas filactérias debaixo do braço, não poderia ser visto andando por aí com qualquer tipo de pessoa, pois isso poderia prejudicar sua reputação de filho de Deus. Finalmente vestiu suas melhores vestes, pois entendia que bem vestido dariam mais crédito para suas palavras e saiu, em busca de se fazer conhecido.

Que isso, Joana?  “Que heresia! Está amarrada, repreendida, chuta que é laço.”

A sensação que tenho nesses nossos tempos onde a religiosidade transborda pelas paredes dos templos e arrasta para longe aqueles que estão à margem, é que estão complicando algo que é simples, leve e puro, estão complicando o Evangelho de Cristo. Não existe evangelho quando nos afastamos do exemplo de Jesus, não existe cristão, não existe real amor, não existe vida quando nos afastamos do exemplo de Jesus.

E quando falo isso não estou me referindo ao conjunto de regras que temos todos os dias tentado cumprir, a risca, com a intenção de ganhar estrelas douradas e um confortável lugar no paraíso. Não estou falando de todas as vezes que nos chicoteamos ou chicoteamos o irmão na certeza que Jesus faria o mesmo conosco. Esquece. Isso não é evangelho.

Imaginem Jesus entrando em Jerusalém e muitos olhando e dizendo que não era possível,  afinal era simples demais, era pouco demais, era pobre demais para ser o messias. Será que hoje não fazemos o mesmo? Fantasiamos o evangelho, renegamos a Graça, para que ele seja aceitável para as cobranças demandas da nossa natureza arrogante e insatisfeita?

Imaginem a cena de Jesus com a mulher que foi pega no adultério  e seus acusadores…

Jesus começa com um sermão em três pontos e em seguida convoca assembleia extraordinária com seus 12 discípulos, começa uma longa explicação sobre aquele pecado terrível e…  Acho que estou contando da maneira errada.

 Quem não tem pecado que atire a primeira pedra!
E depois conclui:
 Cadê os teus acusadores? Eu também não te condeno, agora vá e não peques mais.

Parece simples demais. Com certeza aquela mulher vai pecar novamente, olhe as roupas dela e aquela maquiagem, as pessoas com quem ela anda.

– Jesus, Jesus chega mais. Você nem explicou para ela que se ela pecasse novamente queimaria no fogo do inferno e o deixaria triste, que era preciso que ela mudasse a forma de vestir, de falar, se afastasse daqueles amigos terríveis?

Penso que Jesus responderia:

– Para que filha? Eu já a amei.

Que coisa linda meu querido Jesus, de que valeriam minhas palavras diante do seu amor que realmente transforma.

Simples como a resposta que Jesus a Marta:

não te importa que eu fique aqui atarefada e Maria fique aí aos teus pés?
– Marta, Marta, andas atarefadas com muitas coisas, mas só uma importa…

Puro e simples como Jesus disse a mulher Samaritana ao ser perguntado qual melhor lugar para adorar:

– Te digo pois, que nem em Jerusalém, e nem no monte, mas importa que os que O adorem, O adorem em espírito e em verdade

Quer ganhar sua família? Ame

Quer ganhar seus amigos? Ame

Quer ganhar seus vizinhos? Ame

Mas ame com seus olhos, com suas mãos, com seu sorriso. Que não seja necessário usar as palavras. E não saia por aí correndo atrás de almas, pois você não é “caça-fantasmas”, interesse-se pelas pessoas por inteiro ou simplesmente a cada ato, pergunte-se como Jesus faria e não se escandalize ao vê-lo sentado junto aos publicanos e pecadores
“E vestiram-no de púrpura e, tecendo uma cora de espinhos, lha puseram na cabeça. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos judeus. E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele, e, postos de joelhos, o adoravam”

Quem tiver ouvidos, que ouça.

Recebam essas palavras com amor.

Joana Paula

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